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quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Tudo depende de como olhamos
Sofrimento, tristeza, decepções, perdas, mudanças, términos de relacionamento, são dores comuns e inerentes à nossa condição. Nascemos e ganhamos junto com todas as excelentes experiências um pacote com as pedras que atravessarão nosso caminho. No entanto, é tão interessante observar como cada indivíduo lida com elas. Isso me fascina no meu trabalho, entender um pouco do comportamento das pessoas nas mais diversas situações. Aquelas pessoas que enfrentam bem um problema, resolvendo o que precisam e mesmo assim conservando o sorriso no rosto não são pessoas superiores, nem mesmo dotadas de algum poder divino. Elas escolhem diariamente como reagir perante uma dor ou decepção, elas se responsabilizam por suas vidas, não se vitimizam apesar de não terem controle algum sobre o ocorrido, por exemplo a morte de alguém querido. Mesmo diante do incontrolável temos escolha, podemos escolher a forma de passar por isso e alterar o desfecho da história. Observe as pessoas em seu facebook em especial é terá uma prova disso, lá podemos ver pessoas que começam o dia reclamando, rosnando contra a vida, existem aquelas que usam do humor para tornar o dia melhor, aquelas também que se apegam aos valores religiosos para enxergar a vida e por ai vai. É, quem leva a vida na flauta também tem problemas, mas a trilha sonora de fundo é bem melhor, mais leve. Carpe Diem.
terça-feira, 13 de julho de 2010
O sofrimento torna as pessoas melhores?
Será que é necessário sofrer para que nos tornemos melhores como pessoas?
Algumas religiões pregam que o sofrimento torna as pessoas melhores, mais humanas, mais empáticas. Concordo em parte com essa assertiva. Tenho visto ao longo da minha prática como psicólogo, exemplos que apóiam essa ideia e exemplos que a contradizem.
Já vi pessoas que sofreram muito em suas vidas, tiveram perdas irreparáveis, problemas profissionais, de relacionamento, traições e etc. No entanto, esse sofrimento e essas decepções não foram suficientes para torná-las amargas ou duras como pessoas. Outras contudo, fazem desse sofrimento seu alimento diário, ruminando os problemas e as dificuldades sem ao menos perceberem que estão investindo energia em colocar-se para baixo, em posicionarem-se como vítimas do mundo e da vida.
Acredito que não são as experiências em si que tornam as pessoas melhores, mas a atitude que se tem diante das mesmas. Posso me acomodar na dor e no sofrimento, ou posso utilizar a minha criatividade para superar essa dor. A consciência da possibilidade de crescer com cada experiência é que fará a diferença no final.
E você o que pensa?
Algumas religiões pregam que o sofrimento torna as pessoas melhores, mais humanas, mais empáticas. Concordo em parte com essa assertiva. Tenho visto ao longo da minha prática como psicólogo, exemplos que apóiam essa ideia e exemplos que a contradizem.
Já vi pessoas que sofreram muito em suas vidas, tiveram perdas irreparáveis, problemas profissionais, de relacionamento, traições e etc. No entanto, esse sofrimento e essas decepções não foram suficientes para torná-las amargas ou duras como pessoas. Outras contudo, fazem desse sofrimento seu alimento diário, ruminando os problemas e as dificuldades sem ao menos perceberem que estão investindo energia em colocar-se para baixo, em posicionarem-se como vítimas do mundo e da vida.
Acredito que não são as experiências em si que tornam as pessoas melhores, mas a atitude que se tem diante das mesmas. Posso me acomodar na dor e no sofrimento, ou posso utilizar a minha criatividade para superar essa dor. A consciência da possibilidade de crescer com cada experiência é que fará a diferença no final.
E você o que pensa?
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